Archive for the 'Atividades' Category



TODOS À MANIFESTAÇÃO POPULAR! AMANHà20/06/2013

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É AMANHÃ, QUINTA FEIRA ! 

TODOS À MANIFESTAÇÃO POPULAR QUE SAIRÁ DA CANDELÁRIA EM DIREÇÃO À PREFEITURA DO RJ!VAMOS MOSTRAR QUE OS VERDADEIROS VÂNDALOS DESSA CIDADE SÃO OS GOVERNANTES QUE REPRIMEM A LUTA POPULAR E PROMOVEM A REMOÇÃO FORÇADA DE MORADORES PARA TRANSFORMAR A CIDADE EM UMA VITRINE DO GRANDE CAPITAL!!

Contra o aumento das passagem

NÃO É APENAS POR  0,20 CENTAVOS, É POR DIREITOS!!

O FCP VAI PARTICIPAR DA MANIFESTAÇÃO COM CONCENTRAÇÃO ÀS 15 HORAS, NO LARGO DE SÃO FRANCISCO, EM FRENTE AO IFCS, JUNTO COM OUTROS MOVIMENTOS DE LUTA PELO DIREITO À CIDADE.

VENHA SE JUNTAR A NÓS! NÃO HÁ MOVIMENTO E MOBILIZAÇÃO POLÍTICAS SEM IDEOLOGIA E UTOPIA!

VENHA MANIFESTAR E REIVINDICAR:

– NÃO ÀS REMOÇÕES E À VIOLAÇÃO AOS DIREITOS HUMANOS, NO RIO DE JANEIRO, EM NOME DO DESENVOLVIMENTO CAPITALISTA DESIGUAL E EXCLUDENTE;

– NÃO À MILITARIZAÇÃO DAS FAVELAS E À CRIMINALIZAÇÃO DA POBREZA URBANA;

– PELO DIREITO À TERRA URBANA COM MORADIA DIGNA QUE GARANTA O TRANSPORTE E A MOBILIDADE E OS DEMAIS SERVIÇOS  DE INFRAESTRUTURA URBANA E O ACESSO ÀS POLÍTICAS SOCIAIS NO TERRITÓRIO.

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FÓRUM COMUNITÁRIO DO PORTO

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FCP APOIA O MANIFESTO CONTRA A VIOLÊNCIA DA PM NOS PROTESTOS DE JOVENS PELO TRANSPORTE PÚBLICO

VAMOS COMPARTILHAR E ASSINAR O MANIFESTO!

A ação da Polícia Militar do estado de São Paulo em protesto de jovens contra o aumento das tarifas da passagem do ônibus, metrô e trem na capital paulista é mais um episódio na história de violência e desrespeito ao direito de organização e manifestação.

O direito de manifestação sofre permanente ameaça no país, mesmo depois de 25 anos de promulgação da Constituição Federal, o que demonstra que a democracia ainda não está consolidada no país. A PM do estado de São Paulo, controlada pelo PSDB, mantém os métodos que desenvolveu na ditadura militar, reprimindo manifestações, efetuando prisões políticas de cidadãos e estimulando tumultos, inclusive com infiltrações para desmoralizar a luta e organização popular.

Não podemos esperar um comportamento democrático de uma PM liderada pelo PSDB que, em janeiro de 2012, mobilizou helicópteros, carros blindados e 2 mil soldados do Batalhão de Choque para fazer a reintegração de posse violenta de 1600 famílias que viviam desde 2004 no bairro Pinheirinho,em São José dos Campos (97 km de SP).

A legitimidade do protesto dos jovens contra o aumento das tarifas não pode ser desmoralizada por causa de ações equivocadas de uma minoria, que infelizmente não compreende que a sociedade está do lado daqueles que querem transporte barato e de qualidade para a população de São Paulo.

Apesar desses acontecimentos pontuais, a responsabilidade pela violência nos protestos é da Polícia Militar, que tem provocado o conjunto dos manifestantes, promovido o caos e agredido cidadãos que estão nas ruas exercendo o seu direito de manifestar de forma pacífica.

Esses protestos são importantes porque colocam em xeque uma questão central para a população da cidade, que é a mobilidade urbana. Os paulistanos perdem horas e horas todos os dias dentro de um carro ou ônibus parados no trânsito ou de um vagão de metrô e trem lotados. Horas que poderiam ser destinadas para ficar com a família ou para cultura, esporte e lazer, das quais são privados por causa de uma clara opção que privilegia o transporte privado e individual em detrimento do público e coletivo.

O histórico crescimento desordenado da cidade, o trânsito causado pelo número de carros nas horas de pico, a falta de linhas de metrô/trem, a baixa qualidade do sistema e a chantagem das empresas privadas concessionárias de ônibus, as altas tarifas do transporte público representam um problema social, que prejudica o conjunto da população, especialmente os mais pobres, que moram na periferia.

A lentidão da expansão do metrô é uma questão crônica da gestão do PSDB, que construiu apenas 21,6 Km de linhas do metrô, o que representa uma média de 1,4 km por ano. Com isso, São Paulo tem a menor rede metroviária entre as grandes capitais do mundo (apenas 65,9 km).

A gravidade dessa questão fez com que a mobilidade urbana fosse um dos temas centrais da campanha eleitoral para a prefeitura no ano passado. E o candidato Fernando Haddad, que acabou eleito, prometeu dar respostas que tocassem na raiz do problema.

A movimentação da prefeitura para adiar e realizar um aumento da passagem do ônibus abaixo da inflação do último período, dentro de um quadro de pressão das empresas concessionárias, não atende os anseios criados com a derrota dos setores conservadores nas eleições em São Paulo.

A resolução da questão urbana exige medidas estruturais, como a efetivação de um modelo de desenvolvimento, que prescinda o estímulo à indústria automobilística, e a implementação do controle direto sobre as tarifas por meio da municipalização dos transportes. Com isso, se evita soluções paliativas como a subvenção das concessionárias, financiando setores cujo interesse em lucrar se choca com a possibilidade de um sistema de transporte que atenda as necessidades da população.

Por isso, os protestos realizados pelos jovens ganham importância, uma vez que representam um sintoma do problema e constituem uma força social que pode apontar e sustentar mudanças estruturais na organização territorial e na mobilidade urbana. Essas mobilizações são um instrumento de pressão sobre as autoridades, para sustentar um processo de negociação, especialmente com a prefeitura, que esperamos que possa render conquistas para a população e acumular forças para novas lutas que virão.

Nesse processo, a mídia burguesa e os setores conservadores colocam uma cortina de fumaça sobre as soluções estruturais para as quais apontam os protestos, com a execração pública dos atos realizados por uma minoria. Esse tipo de cobertura coloca luz sobre os vínculos dos meios de comunicação da burguesia com as empresas automobilísticas (interessadas em vender mais carros), com as empresas privadas concessionárias de transporte (que lucram com a chantagem sobre a prefeitura) e com a especulação imobiliária (contrária à reorganização territorial).

Assim, manifestamos nosso apoio aos protestos dos jovens em defesa do transporte público, dos quais queremos contribuir*Organizações/entidades que quiserem informar que aderiram ao manifesto devem enviar e-mail para nacional@levante.org.br

** Quem quiser assinar o manifesto deve acessar a página http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2013N41381 (ou clique aqui)

COPA POPULAR CONTRA AS REMOÇÕES!

Se você gosta de futebol, é contra a política de remoções no Rio de Janeiro e deseja uma cidade que não se transforme em uma mera mercadoria do capital, então faça como o Fórum Comunitário do Porto e venha no dia 15 de junho prestigiar e torcer na abertura da Copa Popular contra as Remoções !

COPA POPULAR CONTRA AS REMOÇÕES! Sábado, 15/6, a partir das 9h.

Publicado em 11/06/2013

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No próximo sábado (15), quando terá início a Copa das Confederações no Brasil, uma outra copa estará acontecendo no Rio de Janeiro, a Copa Popular Contra as Remoções! Um campeonato que quer promover a integração das comunidades ameaçadas por esse projeto de cidade que exclui a população de baixa renda do Rio de Janeiro.

Providência, Santa Marta, Salgueiro, Indiana, Muzema, Vila Autódromo, Vila Recreio II e muitas outras comunidades estarão presentes! Os jogos começam às 9h. Chega mais!

No dia vai ser lançado o saci como Mascote Popular da Copa! O saci é copyleft, vai poder ser vendido nos mercados populares e pelos ambulantes.

A partir das 17h, haverá uma festa junina no mesmo local. Quilombo da Gamboa foi o nome escolhido pelos futuros moradores do conjunto que será construído na zona portuária, bem no centro da dita revitalização do Porto Maravilha, em frente à Cidade do Samba. Local conquistado com muita luta e mobilização e que será palco da Copa Popular!

Serviço

Quando: Sábado, dia 15/6, a partir das 9h
Local: Quilombo da Gamboa – Rua da Gamboa 345, Gamboa – Rio de Janeiro (mapa aqui: http://goo.gl/maps/WQQz8)

Dia 09/05 – Plenária do Fórum Comunitário do Porto

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Grande mutirão de mobilização no Morro da Providência-Pedra Lisa

Contra a forma como a prefeitura vem se relacionando com os moradores do morro na implementação do programa Morar Carioca na região.

Somos contra as remoções e defendemos a implantação de projetos de urbanização com a participação popularconforme está previsto nas leis federal, municipal e estadual.

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Breve contexto

Iniciado em janeiro de 2011 o Morar Carioca na comunidade previa a construção de 639 moradias, enquanto a mídia divulgava 832 remoções por conta das obras.O programa faz parte do pacote de obras da cidade para as Olimpíadas de 2016 e é fruto de parcerias do município com o Governo Federal e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Apesar de ser um programa de urbanização de favelas, o Morar Carioca também recebe recurso do Programa Minha Casa Minha Vida. Contudo, não se trata de incremento do estoque de moradias, deficitário no Rio de Janeiro, mas sim um programa que está sendo utilizado como “braço federal” para os processos de remoção. Dos seis locais destinados a construção de apartamentos pelo MCMV para as famílias que por diferentes motivos – área de risco ou rota de obras – foram ou serão removidas, apenas em um deles há unidades habitacionais em construção. Com previsão de 131 apartamentos, este habitacional – que fica na Nabuco de Freitas – será inaugurado com apenas 24 unidades finalizadas. Nenhum dos mais de 100 moradores removidos até agora para a realização de obras deste programa recebeu qualquer esclarecimento formal sobre seu futuro local de sua moradia.

A única obra finalizada pela verba do programa é um teleférico que tem três estações: Central, Américo Brum e Cidade do Samba. O trecho da estação Central até o terminal que fica na antiga Praça Américo Brum, no alto do morro, foi testado no dia 6 de abril. O pequeno trajeto foi feito pelo prefeito, pelo secretário de habitação e por um representante da Cdurp, justamente as três pessoas que teriam poder de mudar ou reformular a maneira como as obras estão sendo executadas na Providência. Apesar da imprensa estar presente nesse dia no local a pergunta sobre a construção dos habitacionais não foi feita, tampouco o representante eleito, seu secretario e seu colaborador circularam na região ou falaram com algum morador sobre o andamento das obras. Há no site do Fórum Comunitário do Porto uma série de fotografias que retrata os entulhos deixados nos locais onde as casas foram demolidas e que nunca foram recolhidos pelo município – ver https://forumcomunitariodoporto.files.wordpress.com/2011/12/relatc3b3rio-fotogrc3a1fico-do-morro-da-providc3aancia-24-03-131.pdf.

Em dezembro de 2012 foi expedida pela juíza Maria Teresa Pontes Gazineu da 2ª Vara de Fazenda Pública da Capital (Rio) a decisão pela suspensão das obras do programa “Morar Carioca” na Providência, e pela abstenção do município em  praticar qualquer ato tendente à demolição ou turbação da posse dos imóveis ocupados pelos moradores até que sejam sanadas as seguintes omissões:elaboração dos Estudos de Impactos Ambiental/Relatório e de Vizinhança; realização de Audiência Pública nos moldes legais e a prestação eficiente do direito à informação – andamento da obra, reclamações de moradores atingidos, cronograma de desocupação de imóveis (com a prévia notificação de seus moradores), entre outras.

Além do teleférico o projeto divulgado pelo programa Morar Carioca para a Providência previa a construção de: 639 habitacionais, obras de saneamento, uma motovia, um museu a céu aberto, um centro esportivo, um plano inclinado e um teleférico. Somente o último está pronto. A entrega de todas as unidades habitacionais da Nabuco de Freitas estava prevista para setembro de 2012 conforme foi divulgado em 2011 – http://www.cidadeolimpica.com.br/morar-carioca-condominio-da-providencia-livra-familias-de-areas-de-risco – pela Empresa Olímpica Municipal. É importante frisar que todas os demais terrenos do entorno da Providência, previstos para reassentamento e produção habitacional, não foram demarcados como áreas de especial interesse social, nem mesmo há qualquer comprovação de que tais terrenos estão em poder do município para produção de habitação de interesse social.

Ver também: https://forumcomunitariodoporto.wordpress.com/2012/09/12/carta-aberta-a-populacao-do-rio-de-janeiro/

Objetivo do mutirão

Mobilizar os moradores da comunidade e da cidade do Rio de Janeiro – os ativistas, lideranças, colaboradores, militantes, e todos que queiram se somar nessa caminhada – para produção de cartazes e faixas que serão distribuídas pela região para dar visibilidade a luta. Lá poderemos nos unir e trocar mais informações sobre outras lutas que ocorrem na cidade do Rio de Janeiro, de comunidades que reivindicam e que vivem o mesmo problema.

Quem promove?

O Fórum Comunitário do Porto – que é produto de uma articulação da Comissão de Moradores do Morro da Providência com diferentes colaboradores – professores, profissionais liberais, estudantes, ONG nacionais e internacionais, pesquisadores.

https://forumcomunitariodoporto.wordpress.com

 

Quando?

Dia 23 de abril de 2013 – Dia de São Jorge – às 14hs

Onde?
Campo de futebol da Pedra Lisa – Morro da Providência

O que levar?
Camisetas, cartazes, faixas para serem pintadas. Tintas e pincéis também são bem vindos. Se não puder levar, venha de qualquer jeito!

Como chegar?

Metrô/Trem: descer na estação Central e sair em direção a Rua Senador Pompeu. Passar pelo restaurante popular (garotinho) e seguir em frente por mais duas quadras, passando pela Aldomaro Costa e pela Trav. da Felicidade (sem saída). A próxima entrada a direita é o acesso a Pedra Lisa, que fica ao lado da Garagem São Silvestre.

Ônibus: qualquer um que leve até a Central do Brasil

Atenção para a mudança de local da próxima reunião do Favela Não Se Cala!

O Movimento Favela Não Se Cala informa que por motivo de força maior a reunião marcada para acontecer nesse próximo sábado 20/04 às 15 h no Salgueiro mudou de local e horário, e será na comunidade do Horto na Rua Pacheco Leão, número 1235 (portão caxinguelê) no Jardim Botânico às 10 h da manhã.

Contamos com a presença de tod@s.

Contato: André (7313-5730) Emília (9384-5125) Franci (8425-4120)

Juntos somos fortes!!!

 

Fórum Comunitário do Porto

Reunião geral do Fórum Justiça, sexta-feira, 22/03

Companheiros (as),

segue abaixo convite para a reunião geral do Fórum Justiça.

————————————–

Olá participantes e parceiros/as do Fórum Justiça!

Convidamos todas/os a participarem da 2ª Reunião Geral do Fórum Justiça, que será realizada no dia 22 de março, sexta-feira, das 9 às 13 horasno auditório 91, 9º andar, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ (Rua São Francisco Xavier, 524, entrada principal – Pavilhão João Lyra Filho–, Bairro Maracanã, Rio de Janeiro/RJ). Esse encontro tem a finalidade de apresentar uma breve retrospectiva das atividades realizadas pelo Fórum Justiça em 2012 e o planejamento estratégico para 2013. Ainda tem o intuito de estreitar o vínculo existente entre as/os participantes, parceiras/os e apoiadoras/es do Fórum Justiça, fortalecendo, assim, o tripé no qual se assenta o Fórum: agentes do sistema de justiça, integrantes de organizações e movimentos sociais e do setor acadêmico.

Após a 1ª Reunião Geral do Fórum Justiça ocorrida em dezembro de 2011, a Articulação FJ bem como os Grupos de Trabalho instalados no Rio de Janeiro prosseguiram desenvolvendo diversas atividades em conformidade com o Pacto Fórum Justiça (documento conclusivo da referida Reunião Geral). Que atividades foram essas? Quais as conquistas obtidas? Quais os desafios encontrados?

Importante sua participação nesse evento! Traga suas ideias e exponha o seu ponto de vista sobre as atividades e propostas do Fórum Justiça. Venha debater o conjunto de ações estratégicas que visa consolidar um modelo integrador de justiça, com reconhecimento de identidades, redistribuição de riquezas e participação popular.

Contamos com seu apoio e divulgação dessa atividade, cuja programação segue abaixo.

Saudações,

Articulação Fórum Justiça 

Programação:

9h – Abertura e breve exposição do Relatório das Atividades FJ 2012

10h30 -11h30 – Apresentação do Plano Estratégico da Articulação FJ

11h30 – 12h30 – Apresentação do Plano estratégico dos Grupos de Trabalho (GTs) do Fórum Justiça: Gênero, Moradia, Privados de Liberdade e Minorias (Pescadores Artesanais, Migrantes, Catadores de Materiais Recicláveis, Indígenas, Quilombolas, LGBT e Pessoas com Autismo). Também será apresentado o plano de ação do Fórum Justiça – Volta Redonda.

Serviço:

Data: 22 de março, sexta-feira,
Horário: 9 às 13 horas
Local: auditório 91, 9º andar, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ
Endereço: Rua São Francisco Xavier, 524, entrada principal – Pavilhão João Lyra Filho–, Bairro Maracanã, Rio de Janeiro/RJ

Mais informações sobre o Fórum Justiça em http://www.forumjustica.com.br/

Fórum Comunitário do Porto

 


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